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Pará atinge quase 4 mil casos de dengue e acende alerta

Ocorrências da doença foram registradas até o dia 11 de outubro. Houve aumento também nos registros de zika. Veja como se prevenir
Pneus expostos são alguns dos principais criadouros da dengue nesse período chuvoso | Wagner Almeida / Diário do Pará

Belém, Para, Brasil, Cidades. PROCIMIDADES DO CANAL SÃO JOAQUIN. LOCAIS NO PERIMETRO URBANO DE BELÉM COM ACÚMULO DE INTULHO E LIXO DOMÉSTICO. 01-06-2022 Foto: Wagner Almeida / Diário do Pará.

Diante dos casos de Covid-19 aparentemente sob controle no Estado, as atenções agora se voltam para as ocorrências de outras doenças comuns na região e que ganham maior atenção durante o período chuvoso. A dengue é uma delas, e quase 4 mil casos já foram registrados neste ano no Estado.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informa que no ano de 2022, de janeiro a 11 de outubro, foram confirmados 3.943 casos de dengue no Pará. No mesmo período de 2021 foram confirmados 2.490 casos de dengue. Já em relação a chikungunya foram confirmados, de janeiro a 11 de outubro, 81 casos. Enquanto que em 2021 foram confirmados 106 casos, no mesmo período.

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Quanto ao zika vírus foram confirmados 38 casos no ano de 2022 até 11 de outubro e em 2021, no mesmo período, foram 27 casos. Por fim, os municípios com o maior número de casos notificados são Parauapebas, Conceição do Araguaia e Santarém (dengue); Santarém, Belém e Castanhal (Chikungunya); e Santarém, Afuá e Placas (Zika).

TRANSMISSÃO

A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. Não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento. A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

De acordo com a Organização Pan-americana de Saúde (Opas), cerca de 500 milhões de pessoas nas Américas correm o risco de contrair dengue. Ao analisar as últimas quatro décadas, o número de infectados passou de 1,5 milhão na década de 1980, para 16,2 milhões na década de 2010-2019, informa a Opas.

Evite a proliferação do mosquito

Dicas

– A coordenadora de endemias da Sesma, Mara Costa, separou uma lista com dicas que podem ajudar a proteger o bairro. São ações simples e que podem ser feitas durante o dia, sem precisar dedicar muito tempo. Confira:

– Certifique-se que a caixa d’água e outros reservatórios estejam vedados;

– Despejar lixo de corretamente, já que ao parar na rua pode acumular água;

– Guardar pneus em locais cobertos;

– Garrafas devem ficar com a boca virada para baixo;

– Retirar folhas ou outro tipo de sujeira do quintal;

– Realizar limpeza periódica dos ralos e esgotos;

– Retirar o acúmulo de água de trás da geladeira ou do ar-condicionado;

– Use areia nos pratos dos vasos de plantas;

– Manter as piscinas limpas;

– Ao identificar as larvas, o melhor procedimento é jogar a água em terra ou no chão seco.

Os principais sintomas da dengue são:

– Febre alta > 38°C;

– Dor no corpo e articulações;

– Dor atrás dos olhos;

– Mal estar;

– Falta de apetite;

– Dor de cabeça;

– Manchas vermelhas no corpo.

DOL

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