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Braganca - PA, 14 de Dezembro de 2018 -- Publicado em: 13/03/2018 às 07:37:56

Farinha nossa de cada dia est mais cara

Uma pesquisa do Dieese , no Par, mostra que o produto apresentou alta de 2,6

Postado por: bragafest
 Foto: Portal ORM 
Farinha nossa de cada dia est mais cara


O ano de 2018 não começou bem para aqueles paraenses que não dispensam uma farinha nas refeições. Nos meses de janeiro e fevereiro o produto apresentou aumento de 2,61%. Diferente dos últimos 12 meses, de fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018, a farinha de mandioca comercializada nas feiras livres e supermercados de Belém, na Região Metropolitana, teve queda nos preços de quase 11%. 



Os estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA) mostram que em fevereiro de 2017 o preço médio do quilo do produto foi comercializado a R$ 7,06. Em abril estava em R$ 6,97. Já em maio chegou a R$ 6,82. Em junho caiu para E$ 6,61. 



Em seguida, a partir de meados de 2017, no mês de julho, atingiu R$ 6,58. Em agosto a R$ 6,40; em setembro R$ 6,43; outubro a R$ 6,35; em novembro R$ 6,16 e dezembro foi comercializada em média a R$ 6,16. Dessa forma, no balanço dos últimos 12 meses, o preço da farinha obteve queda de quase 11%. 



Neste ano, em janeiro, a farinha de mandioca era vendida a R$ 6,14 e mês passado, fevereiro, chegou a R$ 6,30. Assim, o preço do quilo do produto apresentou alta de 2,61% em relação ao mês de janeiro de 2018. Em janeiro e fevereiro, a alta acumulada no preço foi de 2,27%. 



Ainda segundo o Dieese no Pará, mesmo com a queda observada nos últimos 12 meses, o quilo da farinha de mandioca consumida pelos paraenses ainda é caro. "O Pará continua sendo um dos maiores produtores da maniva, um dos principais ingredientes na fabricação da farinha. Mas, nos últimos anos, o quilo ficou muito caro. As causas nos aumentos no preço da farinha e de outros produtos básicos da mesa dos paraenses são diversas e passam por uma série de fatores estruturais   dentro da cadeia produtiva até a comercialização", disse o Departamento.



A maior quantidade da farinha de mandioca consumida na Grande Belém vem de municípios próximos da capital, como Castanhal, Capanema e Bonito. Mais da metade da produção é ainda artesanal. A farinha de mandioca, nos tipos de farinha d´água, de tapioca e seca (onde está incluída a farofa e farinha normal), vendida na "Banca do Fagundes", localizada dentro de uma feira no bairro de São Brás, em Belém, vem de Castanhal, Bragança e São Miguel do Guamá, nordeste do Pará.



PORTAL ORM




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